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Sonangol encontra 100 metros de petróleo e acelera redesenvolvimento do Bloco 3/05

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O poço PAC 416 confirmou uma coluna líquida de petróleo de aproximadamente 100 metros no campo Pacassa. O resultado integra uma campanha de três poços destinada a maximizar a produção de um dos activos petrolíferos da Bacia do Baixo Congo.

A Sonangol E&P, em parceria com a ANPG e os demais integrantes do Grupo Empreiteiro do Bloco 3/05, concluiu com sucesso a perfuração do poço PAC 416, no compartimento sudoeste do campo Pacassa, na Bacia do Baixo Congo.

Mais do que uma nova perfuração, o resultado representa um passo importante no redesenvolvimento do Bloco 3/05 e na recuperação de produção a partir de activos existentes.

O PAC 416 atravessou dois intervalos produtivos nos reservatórios Pacassa e Búfalo e confirmou uma coluna líquida de petróleo (Net Pay) de aproximadamente 100 metros, em reservatórios classificados como de boa qualidade. Os dados registaram ainda uma porosidade média de 12% e uma saturação de água de 10%.

O poço foi perfurado a partir da plataforma PAC F4, alcançando 5 381 metros de profundidade medida e 3 600 metros de profundidade vertical verdadeira.

O objectivo é produzir mais a partir do que Angola já tem

O PAC 416 faz parte de uma campanha de três poços de infill prevista para 2026. Este tipo de perfuração procura adicionar novos poços entre produtores existentes para aumentar a recuperação do petróleo presente no campo e aproveitar melhor a infraestrutura já instalada.

Para a Sonangol, o programa está alinhado com a estratégia de crescimento sustentável da produção operada e deverá contribuir para reforçar a capacidade produtiva e prolongar a vida dos activos do Bloco 3/05.

O Grupo Empreiteiro do Bloco 3/05 é constituído pela Sonangol E&P, como operadora, com 36% de participação, Afentra com 30%, Maurel & Prom com 20%, Etu Energias com 10% e Nis-Naftgas com 4%.

O resultado do PAC 416 surge num momento em que Angola procura travar o declínio da produção petrolífera. A estratégia passa não apenas por encontrar novos recursos, mas também por extrair mais valor dos campos existentes.

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