Por Maria Miguel Pinto
Directora Geral da Raxio Angola
Estamos em constante mudança, e a transformação digital, bem como a adopção de tecnologia, têm sido pilares para que as organizações se tornem mais eficazes, resilientes e lucrativas.
A inteligência artificial surge como um caminho sem volta, colocando todos os decisores a debaterem o tema a nível mundial.
Os dados, preciosos dados, são figuras centrais pela forma como podemos analisar a informação. Ou seja, não são apenas dados: são terabytes de informação que necessitam de segurança acrescida para prevenir a má utilização.
Para o uso de tecnologia em massa, não é apenas a escolha do software/hardware que é preponderante; é igualmente essencial a segurança dos dados e da infraestrutura — ou seja, um ecossistema completo.
E agora todos se perguntam de onde surgiu a moda dos data centres, já que, ultimamente, é o tema do momento por todo o mundo.
Com a evolução da tecnologia, cada vez mais robusta, e com um número imensurável de informação processada e armazenada, começou a surgir a grande dor de cabeça para as organizações: onde guardar os seus dados de forma segura, robusta, garantindo alta disponibilidade e zero falha.
Será que as equipas de IT das organizações são especialistas em data centres? Claro que não. Já notaram que, na maioria das vezes em que existe um serviço indisponível, o diagnóstico é de problema de infraestrutura? Não do hardware em si, mas da falta de energia, da estabilidade da mesma, do superaquecimento do local onde a infraestrutura está armazenada, e de muitos outros fatores.
O universo dos data centres não só permite alojar os dados, como também garante que todos os serviços inerentes à sua operação têm disponibilidade de 100%. Deste modo, as organizações concentram-se no seu negócio e não precisam de ter dores de cabeça com o crescimento ou com custos acrescidos para mudar de espaço adequado.
E Angola? Preparada? Estamos no caminho certo; já percebemos as nossas necessidades. As organizações paulatinamente implementam os seus projectos de transformação digital, e neles está sempre incluída a preocupação de salvaguardar a sua infraestrutura e os respetivos dados.
Num mundo em que a alta disponibilidade é diferenciadora, a atenção a esse tema tem sido muito explorada localmente, e vemos cada vez mais a procura por um serviço de excelência.
A Raxio lançou-se no mercado no final do ano passado para fazer face às necessidades do mercado e para atrair uma diversidade de clientes, com um modelo de negócio diferenciador que transformará Angola num ecossistema robusto e de referência.
Dispomos de uma infraestrutura de colocation totalmente neutra, com certificação Tier III para Design e Construção (a operação é concedida apenas após um ano de atividade), com uma equipa 100% nacional e altamente experiente.
Muito orgulhosa deste caminho que trilhamos juntos, com o objectivo de uma Angola mais digital, mais robusta, mais inclusiva, mais nossa.


















