A New Cognito foi distinguida pela Check Point Software com o prémio “Parceiro do Ano” na região da SADC, um reconhecimento que sublinha o papel estratégico da empresa angolana no ecossistema de cibersegurança da África Austral. A distinção foi entregue durante uma visita oficial da equipa da Check Point às instalações da New Cognito, num encontro marcado por alinhamento estratégico e fortalecimento da parceria para os próximos anos. A fabricante israelita, uma das referências globais em soluções de proteção avançada, destacou a consistência do trabalho desenvolvido pela New Cognito, que ao longo dos anos tem reforçado competências técnicas, consolidado certificações e executado projetos de elevada complexidade em Angola e na região. A Check Point — presente em mais de 100 países — é reconhecida pela robustez do seu portfólio e pela capacidade de mitigar ameaças de grande escala, incluindo ataques sofisticados que têm aumentado em todo o continente africano. Durante o encontro, as duas equipas definiram prioridades para 2026, com foco no reforço da segurança digital em ambientes corporativos e infraestruturas críticas, áreas cada vez mais relevantes num contexto marcado pelo crescimento de riscos cibernéticos, adoção de cloud computing e expansão de serviços digitais em Angola. A New Cognito mantém ainda o estatuto de Premier Partner da Check Point em Angola, o nível mais elevado de parceria atribuído no país. A posição reflete a excelência técnica da empresa, a maturidade das suas equipas e a sua capacidade comprovada de implementar soluções avançadas de cibersegurança em organizações públicas e privadas. Com esta distinção, a New Cognito reforça o seu papel como um dos principais atores nacionais no fortalecimento da resiliência digital e no apoio à transformação tecnológica de Angola.
Azule Energy vende participações nos blocos 14 e 14K no offshore angolano
A Azule Energy decidiu vender as participações que detinha nos Blocos 14 e 14K, dois ativos históricos do offshore de Cabinda, abrindo caminho para uma nova configuração no setor do petróleo e gás. A operação envolve a Maurel & Prom (M&P) e a BW Energy, que passam a reforçar a sua presença no país através de um acordo de compra que ainda aguarda aprovação da ANPG. O negócio compreende a aquisição de 20% do Bloco 14 e 10% do Bloco 14K, percentagens que serão repartidas entre as duas empresas. A transação avalia estes ativos em cerca de 195 milhões de dólares, com pagamentos adicionais dependentes do desempenho operacional e da evolução do preço do petróleo. A conclusão está prevista para meados de 2026, caso todas as condições regulatórias sejam satisfeitas. O Bloco 14, situado entre 60 e 150 quilómetros da costa de Cabinda, é um dos polos tradicionais da produção offshore angolana, suportado por infraestruturas com capacidade combinada superior a 300 mil barris por dia. Já o Bloco 14K, ligado ao anterior por uma linha submarina de 43 quilómetros, continua a oferecer margem para expansão através de novos poços e melhorias subsequentes. É um conjunto que combina maturidade operacional com potencial de revitalização, características que continuam a atrair investidores. Para Angola, esta mudança representa mais do que uma simples transação. Indica a continuidade da confiança internacional no país, reforça o interesse por ativos maduros com infraestrutura consolidada e mantém vivo o dinamismo de um dos setores que mais contribuem para a economia nacional. A entrada da M&P e da BW Energy sugere também uma nova fase no desenvolvimento dos blocos, com possíveis sinergias técnicas e foco em eficiência. Num momento em que o setor procura equilíbrio entre renovação e estabilidade, esta movimentação reforça que o offshore angolano continua a ser um palco central para investimentos, tecnologia e expansão estratégica.



