O Presidente da República de Angola aprovou uma dotação de 40 mil milhões de kwanzas — equivalente a cerca de 43 milhões de dólares — para o programa de transformação digital da AGT. O despacho presidencial prevê a abertura de um “concurso limitado por prévia qualificação” para contratação de serviços de tecnologia da informação especializada, com vista a modernizar o sistema informático tributário, capacitar técnicos e reforçar os mecanismos de controlo, fiscalização e arrecadação. O investimento visa permitir a adoção de novos módulos, integração de componentes de TI, e melhorias no desempenho da AGT — abrindo caminho para uma gestão tributária mais eficiente e digital. A execução do contrato e demais atos relacionados ficarão a cargo da Ministério das Finanças, com eventual subdelegação. Impacto esperado: a modernização digital da AGT poderá melhorar a capacidade do Estado angolano de gerir tributos com maior transparência, agilidade e eficiência — um passo relevante em direção à digitalização da administração pública no país.
ExxonMobil Investe $40 Milhões na Construção de Um Centro de Formação de Oil & Gas em Moçambique
A ExxonMobil vai investir US$ 40 milhões na construção de um Centro Tecnológico de Formação em Maputo, com foco em capacitar jovens moçambicanos nas áreas de petróleo, gás e manutenção técnica. A informação foi publicada pelo portal PetroAngola. O Centro Tecnológico de Moçambique (CTM) será construído na região do Zimpeto, perto do Estádio Nacional, e contará com salas de aula, oficinas, simuladores de operações onshore e offshore, residências estudantis, refeitório, ginásio e clínica. A capacidade prevista é para 250 estudantes simultaneamente. O CTM terá programas de formação com acreditação nacional e internacional, incluindo cursos de operações de petróleo e gás, eletricidade, instrumentação e manutenção mecânica. O primeiro grupo de formandos, estimado em 100 jovens de várias províncias, deverá iniciar a formação já no próximo ano. A iniciativa integra o compromisso da ExxonMobil e parceiros do Bloco “Área 4” com o desenvolvimento de capital humano local, transferência de tecnologia e fortalecimento da indústria energética moçambicana, especialmente no contexto dos projetos de Gás Natural Liquefeito (LNG) na Bacia do Rovuma. Impacto esperado: o investimento permitirá aumentar a participação de moçambicanos nas operações técnicas, reduzir a dependência de expatriados e consolidar uma base de profissionais qualificados para a indústria de hidrocarbonetos do país.



